Teclado a prova da inclusão digital

A muito tempo me sobrava vontade e me faltava coragem para comprar um teclado DAS Keyboard Ultimate. A coragem era por conta do preço é claro. $130,00 + frete e mais prováveis impostos, no final ia sair uma bela grana. Na verdade me contentaria também com o Happy Hacking Keyboard também. Além de ele ser um teclado sem inscrições que segundo o que dizem melhora a velocidade de digitação. Porque querendo ou não, ou melhor, sabendo ou não onde ficam as teclas, você sempre acaba dando uma olhadinha pra ter certeza, e nessa olhadinha, perdeu rendimento. Agora se você acostuma que não tem nada ali pra se ver, você simplesmente nem olha mais nada. Apenas o texto ou código flui. E além disso, eles têm a maravilhosa tecnologia do buckling springs. Como o bom e velho IBM Model M. O que isso significa, que é um teclado não descartável, e o melhor barulhento. E em função do barulho significa, feedback a mais para saber se você esta digitando certo ou errado. Melhorando ainda mais a performance.

Porém como dinheiro não é mato, e sinceramente, nunca tive essa coragem toda de pagar tudo isso por um teclado “comum”.

Fiz a minha gambiarra. Material necessário: Teclado preto, por favor compre uma marca decente, nada de clone bright ou essas porcarias. Compre Logitech ou Microsoft. Sim eu gosto do hardware microsoft, e não vou ficar com essa frescura-de-microsoft-é-evil-e-vou-boicota-la.

Paciência, talvez esse seja o material mais importante.

esmalte-preto

E uma irmã, namorada, tia, mãe ou até mesmo avó quem sabe. Para te emprestar ou até mesmo você roubar um esmalte preto.

Eu acredito que eu não precise desenhar nenhum tutorial pra que todo mundo saiba exatamente o que foi feito não é?

Pois bem, segue o resultado.

teclado-sem-teclasNão é um teclado as mil maravilhas mas pelo menos já ajuda.

Algumas considerações sobre o Bradesco

Bradesco Net Empresa. Se você usa isso, ou pretende usar. E se ao mesmo tempo você é um free-microsoft user. Esqueça meu amigo, se lascou, se você precisa usar, precisa necessariamente de windows e Internet Explorer.
Eu não me lembro qual o tamanho do lucro do Bradesco no último ano. Porém sei que, é na casa dos bilhões de reais.
E a Scopus tecnologia não tem a capacidade de fazer um sistema para quem use MacOS ou Linux, ou qualquer coisa. Afinal, o mundo não é feito apenas de windows, ainda bem.
Eu estou pensando seriamente em cancelar todas as minhas contas do Bradesco por esse motivo. É um absurdo o tanto de taxas que pagamos e simplesmente não é o banco que se adapta a você, é você que é obrigado a se adaptar a esses mercenários.

E por mais vantagens que eu tenha com o Bradesco, a única verdade com relação aos bancos principalmente no #brasiu, é que você nunca tem vantagem nenhuma com relação aos bancos, eles que tem toda vantagem sobre você. Talvez tenha sido daí que saiu a lei de Gerson.

Algumas considerações sobre Debuggers

Ultimamente venho passando por alguns problemas com relação ao tão popular Xdebug, principalmente em ambiente linux. Simplesmente configuro tudo certo pelo menos ao meu ver.

Então em função disso, acabei “desistindo” de usá-lo pelo menos por enquanto, ou pelo menos até encontrar alguém pra me abrir uma luz no caminho sobre o que eu estou fazendo de errado =P .

Mas desenvolver sem um debugger apropriado. É praticamente impossível, porque como diria o pessoal do www.phpsp.org.br var_dump() não é DEBUG.

Mas nem só de xdebug vive o mundo, a Zend tem o zend debugger, que eu não sou um especialista, então não sei exatamente as features dele, e a diferença com relação ao xdebug. O que sei é que funciona muito bem, mas tem um porém, como sempre. O netbeans, minha IDE favorita não funciona com o zend debugger, pelo menos isso que vi em tudo quanto é fórum por ai. Se alguma alma caridosa puder me dizer o contrário ficarei muito feliz. Quem quiser saber como instalar o Zend Debugger vá neste link aqui.

Ainda sobre os debuggers, o xdebug tem alguns tratamentos de erro na tela, e uma melhora do var_dump(), que aparentemente são melhores que o zend, porém, eu tive que ponderar nesse caso e decidir a favor do zend, pelo bem da IDE, e pelo que vi é incompatível os 2 debuggers estarem instalados ao mesmo tempo, coisa que ainda não me certifiquei com certeza, preciso ir um pouco mais atras.

Mas enfim, com esse problema, tive que migrar de IDE, e lá fui eu para avaliação novamente, entre quais seriam as mais apropriadas, já descartei de cara, Zend Studio, só por uma coisa, preço, tal qual o komodo IDE, que já ouvi falar muito bem, porém nesse momento não estou com disponibilidade financeira para tal.
Próximo passo, eclipse e aptana. Testei primeiro o Aptana. E com isso eu descobri porque não gosto dele. Propaganda na IDE, e o pior não é propaganda para uma IDE premium ou qualquer coisa do gênero, é propaganda do Dreamweaver. Ah! Parou por ai. Até porque Aptana e Eclipse, são praticamente a mesma coisa, pois o aptana também é baseado em eclipse, tal qual o zend studio.

Então fui de eclipse, que sempre tive alguns probleminhas pra adicionar o xdebug com ele, porém como já disse anteriormente, estou dando um tempo com o xdebug e usando o zend. Foi fácilimo de configurar e tudo rodando na mais perfeita ordem. Alguns softwares adicionais como a integração direta com o subversion e tal. E maravilha.

Ambiente de desenvolvimento para PHP

Muito se ouve por aí a respeito do ambiente de desenvolvimento ideal.
Nessa última semana passei fazendo diversos testes e mais testes.
Várias distros linux, windows, macos não tive a oportunidade porque o meu está na oficina.
Testei mexi e remexi. Formatei. Rodei maquina virtual. Até que eu percebi. E ou fui vencido pelo cansaço ou então percebi a grande verdade sobre quase tudo. O que é bom para mim talvez não seja bom para você e vice-versa.

Para a minha pessoa, veja você, numa máquina de configurações razoáveis, windows 7 é a minha escolha e melhor opção.
Motivo principal, como trabalho em home office, uso o computador tanto para trabalho quanto para diversão. Leia-se jogatina. Dual-boot nos tempos modernos da virtualização  – e até da banalização dos preços dos computadores – não vejo mais como opção viável. Para usuários hardcore, nada mais “broxante” do que perder mais de uma semana de uptime do sistema, ou talvez nem chegar a tanto, porque precisa ficar trocando de sistema. Definitivamente isso já não é uma opção.

Aí vem o segundo motivo que me faz pender para o windows. O suporte a placas de vídeo Ati para linux, é porco. principalmente uma série que não é muito antiga. O desempenho apresentado, pelo menos no meu caso, era vergonhoso. Digamos que perto de 50% abaixo do “ok”.

E outra coisa, não estamos falando de um servidor de produção, estamos falando de uma workstation que o mais próximo de código pronto é com um semi-staging pré homologação e código maluco do servidor de testes. Pra compensar isso, é simples, maquina virtual, com debian, ubuntu, centos, a sua escolha, apenas rodando no command line. Repitindo como não é um servidor de produção, não vejo necessidade de recompilar kernel, apache, etc, nem tampouco vejo a necessidade da estabilidade digna de um Ent do Senhor dos Anéis, do Debian. Então coloquei pra rodar um ubuntu-server 10.04.1 LL. Instalado, simples sudo apt-get install lamp-server^ phpmyadmin php5-cli e outras coisas que não lembro o nome do pacote, como o subversion componentes da pear, xdebug, ssh etc etc.

No windows xampp, com php 5.3, atualizo alguns componentes na unha mesmo, como xdebug, mudo o contole de erros pra E ALL | E STRICT e outras coisinhas. Facilidade com relação a isso, pra mim conta muito. Eu formato meu computador pelo menos 1 vez por mês. Então nada melhor que um instalador tranquilo em um lugar onde você não precisa de grande estabilidade.

IDE, netbeans hoje pra mim é a melhor, tanto em velocidade, quanto facilidade com controle de versão, debug e etc. Mas o eclipse continua muito bom. Aptana eu simplesmente não vou com a cara. E zend studio acho muito caro e elefantoso. Notepad++ para tarefas rápidas e básicas é indispensável. Por ser simples e leve, dá pra abrir 50 documentos ao mesmo tempo e ainda rodar liso. Pra aqueles como eu que gostam de fazer 15 coisas ao mesmo tempo, isso é ótimo.

Máquina virtual, VirtualBox, sem dúvida. As versões pagas do VmWare tem opções espetaculares, porém, são pagas, e muito bem pagas. A versão “player” e free, é chata de configurar algumas coisas, e eu prefiro o virtualbox.

Como estou usando windows, subversion standard + SVN tortoise pra modo gráfico, que é uma baita mão na roda quando simplesmente os comandos certos vão pra um lado longinquo do cerebro.

Ah! Mais uma coisa. E bastante importante, pelo menos no meu caso.
Como tenho 2 notebooks e 1 desktop no momento, e depende da ocasião estou em frente a cada um e invariavelmente preciso dos projetos a mão. DropBox/sugarsync é a minha tábua de salvação.

Todos os servidores, seja no linux, no mac ou no windows, o /var/www ou htdocs ficam na pasta do DropBox/sugarsync, incluse meus repositórios SVN.
Esse serviço já me salvou a barra algumas boas vezes.

Agora resta falar sobre o meu ambiente de servidor de produção.
Esse sim eu levo a serio. As questões de estabilidade e eficiência. Portanto a escolha é 1 só. Linux, o sabor vai a gosto do freguês. Hoje em dia prefiro Debian, mas também me dou muito bem com o CentOS, na verdade na verdade com relação a servidores, me dou melhor com o CentOS do que com o Debian que normalmente me gera algum problema, seja kernel apache ou qualquer coisa mais. Mas talvez esteja preferindo-o em função disso. Para vencê-lo. :)

Mas enfim sobre o meu ambiente de desenvolvimento e minha opinião sobre alguns paradigmas da programação é isso que eu tinha para falar, ou melhor escrever.

Até a próxima.