Ambiente de desenvolvimento com várias versões de Ruby On Rails Mac e Linux

Antes de mais nada, eu nunca testei no linux, mas pelo que vi, algumas pessoas comentando que funciona normalmente.

Mas enfim, a dica é a seguinte. Como RoR tem uma frequência de atualização bastante rápida. As vezes é interessante manter no nosso ambiente várias versões, tanto do ruby quanto do próprio RoR.

Pra isso, não consegui encontrar melhor solução.

Chama-se RVM.

Ele é muito simples de usar. Para instalar basta um

$ bash < <( curl http://rvm.beginrescueend.com/releases/rvm-install-head )

Precisa tanto do curl quanto git instalado.

Não vou ficar fazendo repostagem, leiam o artigo de instalação RVM, pra facilitar as coisas. E depois de uma conferida nos artigos de basic usage, usage em si. É bastante simples de entender, mesmo pra quem não domina muito inglês.

Se tiver dúvida de como usar. Poste nos comentários.

Feliz ano novo :)

 

Um estranho no mac – Introdução

Aos 4 anos tive o primeiro contato com um computador, um XT, que tinha algum jogo que eu simplesmente não me lembro qual era, desconfio que era prince of persia.

Depois vieram 286, 386, 486, 586, pentium, pentium 2, AMD K62 (oooo bomba), Pentium 3, AMD Athlon, Pentium 4, AMD Athlon XP (precisava de um ventilador de parede grudado no gabinete), AMD Semprom (2 desses),  Core2Duo (3 desses), Core I5.

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Ambiente de desenvolvimento para PHP

Muito se ouve por aí a respeito do ambiente de desenvolvimento ideal.
Nessa última semana passei fazendo diversos testes e mais testes.
Várias distros linux, windows, macos não tive a oportunidade porque o meu está na oficina.
Testei mexi e remexi. Formatei. Rodei maquina virtual. Até que eu percebi. E ou fui vencido pelo cansaço ou então percebi a grande verdade sobre quase tudo. O que é bom para mim talvez não seja bom para você e vice-versa.

Para a minha pessoa, veja você, numa máquina de configurações razoáveis, windows 7 é a minha escolha e melhor opção.
Motivo principal, como trabalho em home office, uso o computador tanto para trabalho quanto para diversão. Leia-se jogatina. Dual-boot nos tempos modernos da virtualização  – e até da banalização dos preços dos computadores – não vejo mais como opção viável. Para usuários hardcore, nada mais “broxante” do que perder mais de uma semana de uptime do sistema, ou talvez nem chegar a tanto, porque precisa ficar trocando de sistema. Definitivamente isso já não é uma opção.

Aí vem o segundo motivo que me faz pender para o windows. O suporte a placas de vídeo Ati para linux, é porco. principalmente uma série que não é muito antiga. O desempenho apresentado, pelo menos no meu caso, era vergonhoso. Digamos que perto de 50% abaixo do “ok”.

E outra coisa, não estamos falando de um servidor de produção, estamos falando de uma workstation que o mais próximo de código pronto é com um semi-staging pré homologação e código maluco do servidor de testes. Pra compensar isso, é simples, maquina virtual, com debian, ubuntu, centos, a sua escolha, apenas rodando no command line. Repitindo como não é um servidor de produção, não vejo necessidade de recompilar kernel, apache, etc, nem tampouco vejo a necessidade da estabilidade digna de um Ent do Senhor dos Anéis, do Debian. Então coloquei pra rodar um ubuntu-server 10.04.1 LL. Instalado, simples sudo apt-get install lamp-server^ phpmyadmin php5-cli e outras coisas que não lembro o nome do pacote, como o subversion componentes da pear, xdebug, ssh etc etc.

No windows xampp, com php 5.3, atualizo alguns componentes na unha mesmo, como xdebug, mudo o contole de erros pra E ALL | E STRICT e outras coisinhas. Facilidade com relação a isso, pra mim conta muito. Eu formato meu computador pelo menos 1 vez por mês. Então nada melhor que um instalador tranquilo em um lugar onde você não precisa de grande estabilidade.

IDE, netbeans hoje pra mim é a melhor, tanto em velocidade, quanto facilidade com controle de versão, debug e etc. Mas o eclipse continua muito bom. Aptana eu simplesmente não vou com a cara. E zend studio acho muito caro e elefantoso. Notepad++ para tarefas rápidas e básicas é indispensável. Por ser simples e leve, dá pra abrir 50 documentos ao mesmo tempo e ainda rodar liso. Pra aqueles como eu que gostam de fazer 15 coisas ao mesmo tempo, isso é ótimo.

Máquina virtual, VirtualBox, sem dúvida. As versões pagas do VmWare tem opções espetaculares, porém, são pagas, e muito bem pagas. A versão “player” e free, é chata de configurar algumas coisas, e eu prefiro o virtualbox.

Como estou usando windows, subversion standard + SVN tortoise pra modo gráfico, que é uma baita mão na roda quando simplesmente os comandos certos vão pra um lado longinquo do cerebro.

Ah! Mais uma coisa. E bastante importante, pelo menos no meu caso.
Como tenho 2 notebooks e 1 desktop no momento, e depende da ocasião estou em frente a cada um e invariavelmente preciso dos projetos a mão. DropBox/sugarsync é a minha tábua de salvação.

Todos os servidores, seja no linux, no mac ou no windows, o /var/www ou htdocs ficam na pasta do DropBox/sugarsync, incluse meus repositórios SVN.
Esse serviço já me salvou a barra algumas boas vezes.

Agora resta falar sobre o meu ambiente de servidor de produção.
Esse sim eu levo a serio. As questões de estabilidade e eficiência. Portanto a escolha é 1 só. Linux, o sabor vai a gosto do freguês. Hoje em dia prefiro Debian, mas também me dou muito bem com o CentOS, na verdade na verdade com relação a servidores, me dou melhor com o CentOS do que com o Debian que normalmente me gera algum problema, seja kernel apache ou qualquer coisa mais. Mas talvez esteja preferindo-o em função disso. Para vencê-lo. :)

Mas enfim sobre o meu ambiente de desenvolvimento e minha opinião sobre alguns paradigmas da programação é isso que eu tinha para falar, ou melhor escrever.

Até a próxima.